Fernanda Monteiro de Castro Barros
Tentaram matar o dono do morro,
mas o tal dono não morreu...
chegou com vida ao hospital...
mas por lá permaneceu.
Pois invadiram o hospital,
bem aqui em muríaé!
E com mais tiros foi-se o dono,
Que ja não mais é!
Foi-se também o sossego,
de quem não quer acreditar:
Invadem um pronto socorro!
E em alguém começam a atirar!
Isso não parece daqui,
e nem parece de lá!
O povo nasce sofrendo
e aprende a ver sem chorar!
não da!não da!
não da!não da!
"Porque eu quero sossego!"
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