domingo, 30 de outubro de 2011

Chuvas de Verão

Fernanda M. C. Barros
Então a chuva toma conta de tudo!
O controle do espaço presente.
O vento vem com alivio e forca
Mudando tudo de repente.

Muda a luz do céu
E da aquela vontade de sair cantando!
Ou aquela vontade de abrir a janela e sentir o vento que vem cortando!

E me da uma sensação feliz de que o mundo todo esta se movendo!
E' a transparência das possibilidades, q muitas vezes não entendo.

E' a fragilidade de nos mesmos em sua forma mais bonita....
E' a fragilidade!
Um choro de felicidade, choro de vida!

Estamos no verão e então a chuva vai embora!
E como se faltasse mais alguma coisa,
O calor logo ao corpo retorna!

As matas sorriem refrescadas !
O mar agradece a boa água!
Fica o quente do verão com agente,
O calor que tanto me agrada!

Chuvas de inverno me inquietam!
Chuvas de verão me tiram de mim!
Comigo e' assim!

domingo, 28 de agosto de 2011

Não Parece Daqui


Fernanda Monteiro de Castro Barros





Tentaram matar o dono do morro,


mas o tal dono não morreu...


chegou com vida ao hospital...


mas por lá permaneceu.






Pois invadiram o hospital,


bem aqui em muríaé!


E com mais tiros foi-se o dono,


Que ja não mais é!






Foi-se também o sossego,


de quem não quer acreditar:


Invadem um pronto socorro!


E em alguém começam a atirar!






Isso não parece daqui,


e nem parece de lá!






O povo nasce sofrendo


e aprende a ver sem chorar!


não da!não da!


não da!não da!






"Porque eu quero sossego!"





quarta-feira, 20 de julho de 2011

Medo

(Fernanda Monteiro de Castro Barros)
Todos me conquistaram pelo medo de perder,
Mas a musica me veio como quem eu podia ter.

E ela já me amava,
Ela já era minha!
Já me queria,
E já me tinha!

Me tinha bela!
Me tinha toda!
Me tinha dela,
Sempre boa!

Me amava um tanto!
Que com meu canto,
Eu a amava!
Também inteira!

E Eu a amo!
Amo agora!
Amo depois!
Sempre amei!

Nunca perda-la,
é o que quero!
Sempre me terá,
E eu a terei!

Sempre a quis,
Sempre me amou!
Não tenho medo,
Perde-la não vou!

A amo tanto,
Como a vida!
Ó minha vida,
perdoe o pranto!

Pois é o medo,
da despedida,
daqueles que como você,
Amo tanto!
Mas tenho medo de perder!
e tenho medo de perder!
Porque não são como você!
Não são você!

domingo, 22 de maio de 2011

Se Nunca Me Fizesse Mal

(Fernanda M. C. Barros)
Não me incomodaria o frio
Se nunca me fizesse mal!
Não sinto a dor de doença,
quando não passo mal!

Não sinto seu amor lindeza,
quando esta totalmente distante!
Não sinto seu calor meu amor,
quando seu corpo do meu esta longe.

Não vejo beleza na tristeza,
das canções tristes que ouvi!
Não vejo tristeza na beleza,
dos amores que um dia consegui!

Não me incomodo também,
com o pensar de alguém,
perto do que,
realmente existe!

Mas me entristeço porém,
com a ousadia de quem,
vive a querer deixar,
alguém triste!



segunda-feira, 2 de maio de 2011

Pode Cair

(Fernanda M. C. Barros)

A idéia é sair à noite,
E não voltar pra dormir em casa,
é dormir contigo, meu menino!
Te amar durante a madrugada.

E te amar como eu bem gosto!
E te abraçar com tanto gosto!
Em ti, meu corpo inteiro encosto.
Em mim teu corpo todo vem.

Pode cair, cair
E vir em cima de mim, meu bem!
Porque a idéia é essa,
Sair, Dormir, Amar contigo!
E não me preocupar em voltar pra ninguém!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Metade

(Fernanda M. C. Barros)

É metade que me dás.
é fato!
é fato!

E quando te vi,
percebi logo de cara,
Isso é um fato!
concreto!

Ruim é saber que,
sua metade em mim....
Nunca dará certo!

Sua meia luz,
Meia cor!
Meio amor, Meia lua!
Meia lua no meu céu!
Nunca dará certo!

E na minha integridade,
Meu meio mais meio!
"Somar mais uma metade?"
Não quero, Não anseio!

Se eu estivesse pela metade!
Talvez assim!
NÃO te desejaria inteiro!

Aiii...
Mas como ousas tu tentar, Meia lua?
Como ousei eu pensar?
que ao sol e às estrelas pudesse se comparar,
quando quase não há luz em tua metade!!
Talvez um dia quem sabe...

Talvez um dia quem sabe,
você brilhe com integridade!
E não seja só a metade!
E não ande pela metade!
E não queira uma metade!
Que não queira ser metade!

sexta-feira, 25 de março de 2011

‎... E lá estavam duas crianças cheias de cola, 
querendo entrar pela porta de trás!
o motorista não deixou,
outro passageiro foi "sagaz".
bloqueou logo a porta e disse: aqui vocês não podem entrar!
então em um banco mais pra trás,
uma mulher começou a gritar:
são crianças seu idiota!
mas no fundo do ônibus já estavam a roubar!

o motorista parou o carro e ameaçou não mais avançar!
muitos então gritaram, estou indo pro trabalho! 
‎...um deles queria brigar.
o juizado de menores não foi acionado,
e no grito essas crianças expulsas de lá!
saíram e quebraram um vidro,
que com uma pedra conseguiram acertar...
e eu agachei no chão e chorei!
não consigo me acostumar!
ou matam ou dão esmolas, 
à crianças q precisão de um lar!
porque não podemos acionar o governo, que deve delas cuidar??
o governo não há...governar aqui é roubar...
roubar o futuro dessas crianças e o futuro de quem as encontrar!

sábado, 19 de março de 2011

Amor Próprio


Fernanda Monteiro de Castro Barros

Hoje eu acordei tão verdadeira...tão sincera...
com um amor próprio tão grande!
um amor tão grande que a dias vem aumentando,
amor de atitudes tão grandes...que a meses fui adiando!
Um amor de quem quebra a própria cara,
antes que seja quebrada por alguém!
Amor de quem entende os fatos,
e não cobra amor de ninguém!